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Mausoleo de Revash, Chachapoyas

Fortaleza de Kuélap

É uma majestosa obra arquitetônica dos Chachapoyas, situada na parte alta do vale do rio Utcubamba, perto da aldeia de Kuélap, Província de Luya, no Departamento de Amazonas, a uma altitude de3.000 m.a.n.m. A Fortaleza de Kuélap foi construída e habitada pelos Chachapoyas, entre 1000 e 1400 d.C.

Chamado "A Fortaleza" e construído na cima duma alta montanha, é o mais importante complexo arqueológico da selva montanhosa peruana, que se apresenta ao visitante como um lugar inexpugnável, rodeado de penhascos e precipícios por três dos seus quatro lados.

O Complexo Arqueológico de Kuélap está formado por duas gigantescas plataformas artificiais superpostas, sobre as quais foi erigida uma urbe que abarca uma extensão aproximada de450 hectares.

Os muros de contenção que formam as plataformas antes mencionadas dão a impressão de ser uma gigantesca muralha que protege este lugar, já que, em alguns trechos, alcança os trinta metros de altura. Ademais, esta impressão fica reforzada pela presencia de elementos arquitetônicos identificados como postos de vigilância, uma torre e três estreitos acessos; dois dos quais são orientados até o leste e o terceiro até o oeste.

Nas suas "muralhas", Kuélap alberga 505 vivendas, a maioria delas, de planta circular. Fora da cidade fortificada, outras 198 vivendas mais foram construídas, somando um total de mais de 700 edificações. (Fonte: www.arqueotur.org).


Sarcófagos de Karajia

Este santuário está situado a48 km. no norleste da cidade de Chachapoyas, após duas horas de viagem de automóvel e uma caminhada curta de 20 minutos. Os Sarcófagos de Karajia datam dos anos1100 a1300 d.C., pertencem à cultura Chachapoya e estão situados no Complexo Arqueológico de Chipuric.

Situadas no alto dum precipício, são tumbas pre incas que medem2 metrosde altura, e estão amoldadas em barro e decoradas com motivos geométricos. Por tanto, são uma original forma de enterramento, já que estão situadas em penhascos e aparecem em grupos de4 a8, lateralmente unidas e reclinadas de costas contra a roca da cova. É interessante remarcar que os sarcófagos estão conformados por duas partes: A cabeça e o busto, amoldados em barro e decorados com motivos geométricos. Também, estos sarcófagos são chamados “Purumachos”.


Mausoleos de Revash

São “chullpas” funerárias de forma retangular, de um e dois pisos, com tetos de caída a duas águas, situadas no lugar denominado Ingenio. Estão construídas em penhascos inacessíveis, em grutas cavadas nas paredes rochosas dos rochedos e imponentes precipícios. Os seus muros estão construídos em base à pedra e cascalho, unidos com argamassa de barro argiloso, com figuras de animais de cor vermelho ocre, e não têm porta de acesso frontal.

Os Mausoleos de Revash eram sepulcros coletivos, como o evidenciam os resíduos de restos ósseos que ainda contêm e se estima que a sua construção data dos anos1100 a1300 d.C., e que pertencem à cultura Chachapoya.

Sarcófagos da Lagoa dos Condores

Situados nos penhascos, sobre a beira da Lagoa dos Condores, no Distrito de Leymebamba, estes mausoleos teriam pertencido aos altos chefes e caciques da cultura Chachapoya que foi sometida pelos incas quem, inclusive, instauraram a sua cheferia no povoado de Leymebamba, (Apu Chuillaxa, primeiro Chefe (Curaca) inca de Leymebamba; 1475 – 1490).

O lugar é de fascinante beleza, pela presença da lagoa e o mistério dos mausoleos, assim como pela gastronomia típica, em base à truta e ao delicioso queijo branco fresco.


Sarcófagos de Chipuric

É um complexo funerário da cultura Chachapoya, do Periodo Intermedio Tardio (900 d.C.- 1450 d.C.), associado com o estilo Chipuric que, junto com o de Revash, constitui um dos principais estilos de complexos funerários desta cultura. Ressaltam estátuas funerárias depositadas em barrancos de difícil acesso, e estas tumbas estão conformadas da seguinte maneira: No centro da estátua, se acha o corpo envolto numa pele de animal ou em mantas de algodão, e colocado dentro de uma rede de cordas.

Este fardo está coberto por uma grossa camada de argila e pedrinhas sostidas no interior, por uma estrutura cônica feita com quatro palos reunidos acima da cabeça do morto. Assim, o “pacote” tem uma forma cônica ou cilíndrica, e a altura aproximada dos fardos funerários é de 1,30 a1,60 metros. (Fonte: www.arqueotur.org)


Catarata de Gocta

Está situada nas proximidades das aldeias peruanas de Cocachimba e San Pablo, Distrito de Valera, Província de Bongará e Departamento de Amazonas. A catarata se encontra a uma distância de cinco horas de caminhada por um extenso vale de bosque virgem de neblina, desde a aldeia de Cocachimba, em cujo entorno se aprecia um total de 22 quedas de água, algumas das quais são duma impressionante beleza, especialmente nas épocas de chuvas.

La Catarata de Gocta, localmente conhecida como “La Chorrera”, é um salto de água que mede 771 metrosde altura, e por muito tempo, foi considerada a terceira cascata mais alta do mundo. Na atualidade, estudos do Instituto Geográfico Nacional (IGN) têm demonstrado que a Catarata de Yumbilla, também localizada em Amazonas, possui uma altura superior. Então, a Catarata de Gocta seria a quarta mais alta do mundo, depois do Salto del Angel (Pulo do Anjo) no Venezuela, com972 metros, Tugela Falls em África do Sul, com948 metros de altura, e Yumbilla, com895 metros.

A Catarata de Gocta foi descoberta pelo alemão Stefan Ziemendorff quem sinalou que o lugar não figurava em nenhum mapa, pelo agreste e distante lugar onde se encontra. Porém, os habitantes dos povoados e das aldeias ao redor, já conheciam a existência da catarata. Mas, não a dieram a conhecer, por temor às lendas e aos mitos, como a da presença de uma sirena e uma serpente que resguardam o lugar.

(Referências: www.wiki.sumaqperu.com).


Complexo Arqueológico de Macro

É um conjunto de vivendas pre incas, que data de1100 a1300 d.C., situado sobre a face suloeste dum espolão abrupto. No seu interior, encontram-se cinco plataformas que suportam cabanas e torreões construídos com pedras e argamassa de barro, numa área de três hectares.

Encontram-se várias plataformas e alicerces de casas decoradas com frisos em forma de rombos e nichos nas paredes. Calcula-se que devia albergar umas 100 pessoas, na época do florecimento da cultura Chachapoya. (Fonte: www.arqueotur.org).


Complexo Arqueológico de Yálape

Está situado a21 km. no sul da cidade de Chachapoyas, a uma altitude de2 700 m.a.n.m., e a 40 minutos de viagem de automóvel. Foi habitado por membros da cultura Chachapoya, entre os anos 1100 e 1300 d.C. As suas edificações de pedra apresentam construções circulares adornadas com frisos em alto releve em forma de rombos y ziguezague.


Complexo Arqueológico de Machupirca

É um sitio funerário pre inca, com construções de pedra, situado na entrada da Cova de Shihual, que pertenceu à cultura Chachapoya. Para chegar ao lugar, pode-se fazer uma caminhada desde a cidade de Chachapoyas ou desde os povoados do Tingo e Magdalena.


Complexo Arqueológico de Collacruz

É um conjunto arqueológico no qual da para observar vivendas circulares de diferentes tamanhos, ao redor de uma “cancha” ou praça. A sua arquitetura é de origem Shachapuyo Inca e teria sido um pequeno centro povoado.


Complexo Arqueológico de La Pirquilla

É um conjunto arquitetônico de vivendas, de pedra e barro, com formas circulares, situado no caminho ao Vale Huaylla Belén.


Povoado dos Mortos

É um lugar dedicado ao culto às momias dos altos governantes da cultura Chachapoya. As suas estátuas ou sarcófagos funerários decorados, redondos e quadrados, são assentados sobre uma superfície de um hectare. Este conjunto pertenceu à cultura pre inca Chachapoya, que data de1100 a1350 d.C., e se encontra num lugar de difícil acesso.


Petroglifos de La Pitaya

É um conjunto de representações gráficas de flora, fauna e cenas de caça, que têm mais de 3.000 anos de antigüedade. Da para apreciar um total de 30 pinturas rupestres que representam figuras de animais e plantas, realizadas em alto releve, com a técnica do raspado.


Oficina de Texteis Artesanais de María

É uma empresa comunal levada por mulheres campeiras que apresentam uma exposição permanente de produtos têxteis destramente elaborados.


Museu de Leymebamba – Centro Mallqui

O Museu de Leymebamba, inaugurado em junho 2000, possui três salas de exposições de objetos arqueológicos, que apresentam o material recuperado na zona da Lagoa dos Condores, o qual consiste em mais de 200 momias e peças arqueológicas, como vasilhames decorados, cerâmica, recipientes de bambu, sacolas tecidas, pendentes de orelhas, pentes de madeira, mantos de algodão, quipus e outros objetos. Na segunda sala, tem-se instalado uma exposição etnográfica, na qual estão apresentadas as diversas expressões do modo de vida das sociedades humanas que, atualmente, habitam o território dos antigos Chachapoyas, e a terceira sala está destinada a promover atividades de divulgação científica e cultural.

O desenho do museu apresenta uma reconstrução de elementos das tradições arquitetônicas locais, empregando técnicas de construção e materiais da zona. Entretanto, a rica e variada flora nativa embelece os jardins que o rodeiam, destacando a coleção de orquídeas, com mais de 100 variedades locais. A Associação Museu Leymebamba, integrada por habitantes da localidade e a ONG Centro Mallqui promovem a permanência deste importante museu.


Fondo La Perla Escondida (A Pérola Escondida)

No sul leste de Leymebamba, no flanco oriental da Cordilheira de Yasgolga, se situa o fundo de criação de gado “A Pérola Escondida” (La Perla Escondida) da família Ullilén Portal. Como resultado da colonização da beira da selva, hoje, é uma zona de criação de gado e agrícola muito produtiva. Nas proximidades, se encontra a Lagoa dos Condores, onde se têm achado sarcófagos dos caciques (Chefes) Chachapoyas; um fato que segue sendo noticia no mundo.


Vale do Grande Vilaya

Este vale está situado no oeste da Fortaleza de Kuélap, e abriga restos arqueológicos, como La Pirquilla, Paxamarca, Peña Banca, Los Getones e Lanche, entre outros. Pela sua extensão, se calcula que existem quase 5.000 edificações, entre circulares e retangulares, construídas em pedra caliça, com ornamentação. O recorrido está cheio de aventura e se inicia no Vale Belén, passando pelo bosque nubloso, com abundante flora e fauna, concluindo com a visita da Fortaleza de Kuélap. Em verdade, este caminho pre inca e Chachapoya, é o lugar propício para a caminhada e o eco turismo.


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